As melhores horas para correr no inverno

· 22 de abril de 2019
O fator clima faz muita diferença na hora de realizar exercícios, e por isso muitas vezes é normal se sentir com desânimo quando está frio, mas isso é só até começar a se movimentar!

Embora seja mais comum ver corredores quando está quente, muitos deles continuam treinando quando a temporada de verão termina. No artigo a seguir, vamos dizer quais são as melhores horas para correr no inverno para você planejar sua rotina!

Benefícios de correr nas estações frias

Se você é uma daquelas pessoas que só se exercitam na primavera e no verão, nós lhe diremos quais são os principais benefícios do treinamento também no outono e inverno. Assim, não vai ser tão difícil para você correr quando estiver frio!

A principal desculpa para quem não quer treinar no inverno é a temperatura muito baixa. No entanto, o frio reduz a frequência cardíaca em até 6%, e é por isso que você provavelmente terá um desempenho melhor do que no verão.

É verdade que dá um pouco de preguiça sair de casa, do sofá ou do pijama, mas uma vez que você começa a atividade, seu corpo vai agradecer. Você recuperará a temperatura e a energia que você perdeu devido à falta de movimento.

Além disso, mais gordura é queimada no inverno do que no verão. Ao contrário do que se acredita, a gordura “derrete” mais facilmente no frio do que no calor.

Embora nas altas temperaturas você transpire mais, o que dá a sensação de estar queimando calorias, a verdade é que ao transpirar você está só perdendo líquidos (que se recuperam ao beber água) e toxinas.

Outro benefício de correr no inverno tem a ver com o fato de comermos mais no frio. Carboidratos e açúcares são reabsorvidos melhor quando está frio e uma vez que você terminou sua sessão de treinamento, você pode ter uma refeição mais calórica.

Homem correndo na rua de noite

Por último, mas não menos importante, exercitar-se ou correr no inverno fortalece o sistema imunológico. Desta forma, é mais provável que você passe o inverno sem um resfriado. Adeus à desculpa de não treinar se estiver frio por medo de ficar doente!

Quais são as melhores horas para correr no inverno?

Até agora tudo bem, mas só na teoria. Na prática é um pouco difícil colocar o despertador de madrugada para ir correr. Também é difícil sair para a pista após o pôr do sol, porque a visibilidade é menor e a temperatura cai.

Muitos corredores que estão apenas começando se perguntam quais são os melhores momentos para correr no inverno, porque sem dúvida o fator clima é crucial.

A melhor momento para correr dependerá de nossos gostos particulares e, claro, do clima. Durante o inverno uma boa ideia é usar as horas centrais do dia, que é entre 11 e 14 horas, que é quando a temperatura é mais alta e há um pouco de sol.

Claro, se estamos no trabalho, não podemos correr uma hora no meio da tarde. Mas podemos tentar combinar o esporte com o almoço e fazer algum exercício antes de se alimentar.

Mulher conferindo relógio ao fazer esporte

Alguns corredores aproveitam o inverno para fazer exercícios em ambientes fechados, para que a chuva e o vento não sejam um impedimento para o treinamento. Desta forma, eles podem continuar com sua rotina e não alterar suas outras atividades.

Portanto, as melhores horas para correr no inverno podem mudar dependendo se treinamos ao ar livre ou na academia. Neste último caso, você pode ir de manhã cedo ou tarde da noite, já que também estará protegido das condições climáticas.

O que você deve ter em mente é que não é o mesma coisa correr no início do dia e no final do dia. É preciso mais força de vontade para levantar mais cedo para treinar antes de ir para o trabalho, ou então para perder o “happy hour” após o trabalho com os colegas. Mas com força de vontade você conseguirá!

Zaragoza-Casterad, J., Serra-Puyal, J. R., Serrano-Ostariz, E., Generelo-Lanaspa, E., Julián-Clemente, J. A., & Ceballos-Gurrola, O. (2006). Los Factores Ambientales y su Influencia en los Patrones de Actividad Física en Adolescentes. RICYDE. Revista Internacional de Ciencias Del Deporte. https://doi.org/10.5232/ricyde2006.00401