Contribuições do kiwi para a alimentação

· 6 de maio de 2019
Apesar de sua origem tropical, o kiwi é melhor produzido em climas temperados e úmidos e, atualmente, os líderes mundiais na produção e exportação desta fruta são China, Itália, Chile, França, Japão e Estados Unidos.

Muitos nutricionistas evitam considerar alguns alimentos como milagrosos. No entanto, existem exceções. Uma delas é o kiwi, uma fruta muito próxima da ideia de um ingrediente prodigioso e extraordinário.

São muitas as contribuições desta fruta de pele fina coberta com pequenos pelos castanhos. Não é por acaso que na China, durante a antiguidade, faziam uso de suas capacidades medicinais.

O kiwi: rei da vitamina C

Tradicionalmente, acredita-se que as frutas cítricas, especialmente a laranja, são as frutas que oferecem a maior quantidade de vitamina C ao organismo. Na verdade, a fruto com a maior contribuição de vitamina C é o kiwi.

Tigela com kiwis

Uma xícara de Yang Tao, o nome pelo qual o kiwi é conhecido na China, contém até 273% mais do que o mínimo diário necessário deste nutriente essencial para os seres humanos. E isso representa cinco vezes mais do que a mesma porção oferecida pela laranja.

Por causa de sua composição, o kiwi é um poderoso antioxidante que elimina os radicais livres presentes no organismo. Esses elementos são os responsáveis ​​pelo envelhecimento prematuro de alguns órgãos, como a pele. Também serve para fortalecer o sistema imunológico e reduzir a incidência de vírus, bactérias e infecções.

A vitamina C regula a pressão arterial e diminui a presença de colesterol ruim. Em geral, o kiwi é um aliado essencial para evitar problemas cardíacos e, além disso, reduz o risco de sofrer de catarata.

Um aliado do sistema nervoso

As pessoas sujeitas a muito estresse podem consumir essa fruta; sua eficiência em reduzir os níveis de ansiedade está mais do que comprovada. Da mesma forma, ingerir alguns pedaços de kiwi antes de uma entrevista de emprego é uma boa ideia para se manter calmo.

Sem impacto na balança

Um kiwi de tamanho médio (cerca de 6,2 centímetros de comprimento) fornece apenas 54 calorias, 0,4 gramas de gordura e a mesma quantidade de açúcar que um abacaxi grande. Tudo isso complementado com fibra abundante, por isso é um produto recomendado também para controlar o peso corporal.

Mulher segurando uma balança

Rico em ômega 3

Este é um ácido graxo essencial que o organismo é incapaz de produzir por conta própria. Sua presença no corpo é imprescindível para o bom funcionamento das membranas celulares, especialmente do cérebro e da retina.

O ômega 3 contribui para a redução do colesterol ruim, além de oferecer amplas propriedades anti-inflamatórias. Por isso, o kiwi favorece o tratamento de doenças como câncer, artrite e lúpus. Da mesma forma, reduz o risco de sofrer de aterosclerose ou trombose, entre outras patologias.

Evita a constipação

Sua alta taxa de fibra solúvel também facilita a digestão e o trânsito intestinal, reduzindo os sintomas desconfortáveis do cólon irritável, diarreia ou dor abdominal. Para incentivar a expulsão das fezes, recomenda-se incluí-lo regularmente no café da manhã em combinação com iogurte natural ou cereais.

Protege a pele

Comer kiwi é especialmente recomendado durante os dias ensolarados da temporada de verão porque outro dos seus ingredientes, a luteína (composto químico também conhecido como vitamina carotenoide), tem a capacidade de filtrar os raios UV.

Shake de kiwi

Quanto ao seu uso em cremes cosméticos, é útil para combater a acne, marcas derivadas de uma má cicatrização ou manchas na derme. Também é utilizado em tratamentos capilares pois tem a capacidade de hidratar profundamente qualquer tipo de cabelo, sem endurecê-lo.

Ideal para mulheres grávidas ou durante o período de aleitamento

O kiwi é uma importante fonte de ácido fólico. Esta vitamina hidrossolúvel é necessária, entre outras coisas, para a maturação da hemoglobina, sendo particularmente necessária para combater ou evitar quadros de anemia.

A vitamina conhecida como B9 desempenha um papel fundamental em mulheres gestantes ou durante a amamentação. Entre outros benefícios, previne deformações na placenta e a anencefalia; além disso, ajuda nos danos à coluna vertebral dos bebês.